Jan 262010

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neobux: já tinha ganho $o,80 mas aluguei três referidos e voltei a estaca zero agora já tenho $o,17, ganhei este valor em dois dias com os meus três referidos

upbux: este esteve uns dias em manutenção e nesses dias não ganhei nada mas já tenho $0,79

Jan 192010

neobux: $0,57

publipt: 0,42€ e 1,107 pontos

upbux: 0,60$

beruby: 7,o4€

Jan 132010

Jan 132010

Ganhar dinheiro na net

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Nov 022009

Ninguém parece decidido a corrigir-se a si próprio. Todos querem começar pelos outros.

Nov 022009

Tu já tinhas um nome, e eu não sei
se eras fonte ou brisa ou mar ou flor.
Nos meus versoso chamar-te-ei Amor.

Eugénio de Andrade
As mãos e os frutos

Out 312009

Tão só!

Cada vez são mais longos os caminhos

que me levam à gente

(e os pensamentos fechados em gaiolas,

as ideias em jaulas).

 

Ah! não fujam de mim!

Não mordo, não arranho.

Direi:

“Pois não! Ora essa! Tem razão.”

 

Então, na gaiola,

Cantarão, em silêncio,

os sonhos, as ideias,

como pássaros mudos.

 

Fernanda de Castro

Três poemas de solidão

 

Out 202009

My good, é tão dificil deixar um sonho para trás. Desistir. Falar é fácil e então e o resto?!!! o que nos vai no coração. Há de ficar sempre o ‘e se tivesse feito diferente’ ‘e se não fosse assim’ ‘e se’ ‘ e se’ ……..

Out 202009

«Era verão e as férias tinham começado há uma semana. Como sempre, estava na Nazaré, na casa da minha avó. Este ano ia ser diferente. Tinha 17 anos há poucos dias e, finalmente, ia poder sair à noite com as minhas primas e os amigos.

Na praia fazíamos as parvoíces do costume: jogar raquetes, piscar os olhos aos rapazes, contar anedotas, comer gelados.

O Paulo era mesmo muito giro. Tinha 19 anos e olhos verdes. Sei lá porquê, foi a mim que escolheu e eu ia morrendo derretida quando ele me perguntou ao ouvido: “queres namorar comigo?”, como nos filmes antigos e nas novelas…

Não era só uma paixão de verão. O Paulo dizia isso todos os dias e, quando as férias acabaram e cada um voltou para sua casa, escrevíamos, telefonávamos e, fim-de-semana sim, fim-de-semana não, viajávamos 60 quilómetros para nos encontrarmos.

Eu era virgem. Ao fim de quatro meses de namoro já tinhamos “avançado” tanto que resolvi tomar a pílula. Claro que sabíamos que não podíamos ter um bébé!

Fizemos amor três vezes. Começaram os exames, o Paulo tinha muito que estudar, cada vez tínhamos menos contacto.

Comecei a sentir-me estranha: tinha náuseas, um pouco de febre, estava sempre indisposta. Fui ao médico, fiz um teste para saber se estava grávida. Não, não estava. O Paulo telefonou. Tinhamos que falar, ele tinha feito as pazes com a ex-namorada, era uma história complicada, tinham namorado dois anos, terminaram, andaram com outras pessoas, voltaram, blá, blá, blá… O verão acabou, defenitivamente. E não houve Outono. A transição foi de 40 graus à sombra aí para uns dez negativos.

Pensava que todo este desconforto físico que sentia tinha a ver com a devastação emocional provocada pela perda. As minhas amigas dkiziam-me que já não se morre de amor. Não é verdade. Tenho 32 anos e estou a morrer. De SIDA ou de amor, agora já tanto faz…»

 

“in amar amar perdidamente

amar amar seguramente

Marta”

Out 182009

Na adolescência tudo parece exagerado. O nosso corpo transforma-se. Sentimo-nos diferentes e torna-se difícil entendermos os nossos sentimentos e as nossas reacções perante a mudança.

Como entender essas crises súbitas de depressão, de necessidade de isolamento, logo seguidas de crises de riso incontrolável, sem motivo aparente?

Ser adolescente significa passar de criança a jovem, ser quase homem, ser quase mulher. Significa sentir no corpo mudanças que nem sempre são do nosso agrado e carregar, de repente, com um monte de responsabilidades.

Ser adolescente significa sofrer e gozar, amar e odiar, querer tudo e tudo dispensar. Porque, com a mesma facilidade, nos apaixonamos e odiamos, choramos e rimos, exigimos que nos dêem atenção e queremos passar despercebidos, queremos que nos ouçam mas não que nos interroguem.

Queremos saber tudo, ver tudo, viver tudo. Prtir à descoberta de nós e do mundo. E queremos consegui-lo por nós próprios… mas sabendo que alguém por perto que nos ama, confia em nós e está pronto a estender-nos a mão quando dela precisamos.